segunda-feira, 11 de junho de 2012

E eu confesso: não sei ser solteira mais. Não sei dormir sozinha. Não gosto de beijar sem ter paixão. Não sei viver sem briguinhas e reconciliações gostosas. Não sei viver sem perfume masculino, bagunças masculinas, braços masculinos, cafuné, abraços, frio na barriga, (...). Mas não significa que qualquer um pode ocupar esse lugar. Tem que ser mais selvagem que eu, mais protetor que minha mãe e mais espontâneo que meu pai.