Chega 2012! Enfim, encerrando ciclos! Nada melhor que recomeçar, o ano novo sempre traz esse sentimento bom de recomeçar e nada melhor que recomeçar com pensamentos positivos. Estaria sendo injusta dizendo que 2012 não foi um ano bom, tenho que agradecer a Deus que apesar de todas as dificuldades, todos os momentos difíceis me tornaram uma pessoa mais forte, com cada erro eu tive uma lição, e as vezes na vida a gente precisa errar muito para compreender o sentido da vida, as vezes por mais que nos doa, a gente precisa aceitar os nãos que a vida nos dá para lá na frente a gente olhar e poder compreender que as coisas são como são porque tinham que ser! Que apesar de todas as dificuldades Deus tem preparado coisas lindas para cada um de nós! 2012 foi um ano difícil, porém um ano maravilhoso que eu estive com saúde, com minha família e pude fortalecer antigas amizades e no meio de toda bagunça fazer amizades incríveis! Que me proporcionaram os melhores momentos de 2012. E é por esses motivos que eu agradeço a Deus todos os dias, que 2013 seja realmente um ano NOVO, que nada me faça entristecer pelo que passou, alem do meu aprendizado! Agradeço a todos que pude compartilhar ótimos momentos em 2012, os momentos de sorrisos intensos e aos que estiveram ao meu lado me apoiando em cada decisão que eu tomasse, que com certeza, fizeram toda diferença! Ah, eu não poderia esquecer que esse ano tive a oportunidade de participar do EJC, o momento mais lindo de 2012, o momento em que a gente ver que quando a gente mais precisa é Deus que está sempre ao nosso lado! Que devemos sempre agradecer por tudo, seja pelas coisas boas ou pelas dificuldades, pois sem elas nós não nos tornaríamos pessoas melhores. Que 2013 venha trazendo muita felicidade, que saibamos compreender os momentos de esperas, pois tudo tem seu momento certo para acontecer, sempre mantendo o pensamento positivo, e devolvendo boas energias aqueles que estão nos fazendo sofrer, que sejam esquecidas todas as magoas, que nada nos faça sofrer! Muita Positividade 2013! Feliz ano NOVO para todos nós!
sábado, 29 de dezembro de 2012
sábado, 15 de dezembro de 2012
Sempre me senti diferente dos outros. Não mais bonita, não mais inteligente, não mais especial, não mais esperta, não mais maluca, não mais legal, apenas diferente. Sou diferente na forma de sentir, tudo que me toca, me toca fundo. Tudo que me alegra, me alegra muito. Tudo que me dói, dói forte, corta. Nunca tive muitos freios em matéria de sentimento. Sempre que eu quis ir, fui. Muito me estrepei. Sempre que quis falar, falei. Muito me ralei. Aprendi um pouco a calar, a tentar respirar fundo e pensar.
― Clarissa Corrêa
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
sábado, 8 de dezembro de 2012
“Finjo ter um equilíbrio que não tenho. É bom ser livre e fazer coisas aqui, coisas ali e mais quinhentas coisas legais e rebeldes. É bom ser independente de alguém e sair por aí xingando quem não gosta da maneira como vivo. Mas a verdade é que eu tenho medo de me desandar e não encontrar alguém que diga pra eu aquetar o facho. É bom ser do mundo, mas eu gosto mesmo é de ser de uma pessoa só.”
— Alugue Felicidade.
É o que eu tenho pra falar do sia de hoje as 03:46 da madrugada, com cheiro forte de bebida. Boa noite :)
domingo, 2 de dezembro de 2012
“Eu quis tanto que passasse, e, está passando. Me sinto completamente decepcionada por isso. O mesmo com o fato de querer que você me queira. Se tivesse acontecido, a decepção viria. Eu não sei como funciona isso. É triste. Não quis conversar, hoje, no telefone, como se você fosse somente mais algum amigo que eu sei tudo e gosto de zoar com a cara. Mas conversei, desse modo. Até com a voz alta. Três horas da manhã, celular no ouvido, e voz alta. Risadas, voz alta. Eu converso assim com um amigo que não curto muito pegar. Não queria que tivesse acontecido. Não queria que esse texto escrito agora fosse um dos primeiros adeus. Ivoluntários. Você me faz escrever e essa é a maior benção que alguém pode fazer na minha vida. Eu não quero que passe, realmente. Mas eu quero. Por favor. Pelo amor de deus. Eu quero que passe, preciso. Não sei mais ficar sem a minha lucidez. É horrível ter dez anos novamente. É horrível passar em frente a lojas, observar qualquer merda e lembrar de você. Lembrar que seria massa te dar aquilo de presente. Mas isso é coisa que menina precoce faz. E você me faz uma menina precoce. Ou não mais.
Foi triste conversar com você. O meu silêncio que fazia das nossas ligações um monólogo possuído só pela sua voz sempre gritou o tempo inteiro: “EU TÔ APAIXONADA POR VOCÊ, CARA!”. E hoje eu conversei. Não houve silêncio, não ouve silêncio.
O que isso significa, Tyler? Me diz, me conta.
Mas, não, nem tudo são só flores (ou espinhos?). Também senti uma maldita vontade de chorar, algumas duas vezes durante a uma hora e seis minutos de chamada. Tremi, até. Mas não saiu nada do meu olho. I don’t know. Eu não sei de mais nada.
Senti vontade de chorar porque eu não quero que passe, mas preciso. Porque eu quero que passe, mas preciso que não passe. Senti vontade de chorar porque você é o mesmo puto inteligente que me abre as portas do mundo que eu quero muito conhecer, mas é inalcançável. Você e o mundo que me mostra, inalcançáveis, incansáveis. Senti vontade de chorar porque você me humilhou, indiretamente. Senti vontade de chorar por ter te atendido, mais uma vez. Senti vontade de chorar porque tudo é uma bosta. Porque tudo conspira para o caos.
“Tudo conspira para o caos, senhorita.”
Você me diz isso com uma certa aceitação desesperadora que me faz arrepiar a nuca. Você me diz muita coisa que me faz arrepiar a nuca.
“Eu sou mesmo um filho da puta”. E ri.”
Foi triste conversar com você. O meu silêncio que fazia das nossas ligações um monólogo possuído só pela sua voz sempre gritou o tempo inteiro: “EU TÔ APAIXONADA POR VOCÊ, CARA!”. E hoje eu conversei. Não houve silêncio, não ouve silêncio.
O que isso significa, Tyler? Me diz, me conta.
Mas, não, nem tudo são só flores (ou espinhos?). Também senti uma maldita vontade de chorar, algumas duas vezes durante a uma hora e seis minutos de chamada. Tremi, até. Mas não saiu nada do meu olho. I don’t know. Eu não sei de mais nada.
Senti vontade de chorar porque eu não quero que passe, mas preciso. Porque eu quero que passe, mas preciso que não passe. Senti vontade de chorar porque você é o mesmo puto inteligente que me abre as portas do mundo que eu quero muito conhecer, mas é inalcançável. Você e o mundo que me mostra, inalcançáveis, incansáveis. Senti vontade de chorar porque você me humilhou, indiretamente. Senti vontade de chorar por ter te atendido, mais uma vez. Senti vontade de chorar porque tudo é uma bosta. Porque tudo conspira para o caos.
“Tudo conspira para o caos, senhorita.”
Você me diz isso com uma certa aceitação desesperadora que me faz arrepiar a nuca. Você me diz muita coisa que me faz arrepiar a nuca.
“Eu sou mesmo um filho da puta”. E ri.”
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